Se me alembro bem, nóis era um conjunto de duas pessoa. Nóis se amávamos e a cada de vida, uma coisa nova acontecia. A graça dela era Marieta. Sabe, tipo um mundo paralelo que nem os culto fala. Marieta me fazia rir, apesar de ser uma estranheza de pessoa, tudo na sua volta se mudava. Me arrecordo da veiz que fomo passiá na Sampaulo, era tudo muito grande, né? Mas a gente gostava dum parque onde tem um lago. Acho que era Iparibuera. Andamos naquelas bicicreta estranha, e comemos sanduíche dos Mac. Foi muito do bom.
Nas noite, nóis queria tomá umas pinga, e uns casar de cabelo estranho citô uma rua cum graça de muié. Igual da cumadre Augusta, muié do Requião. Nóis fomo. Diz que lá as pessoa ia pra bebe. Nóis, eu e Marieta paramo num bar onde todo mundo era do tipo moderno. Cabelo estranho, carça curta e os óculo grosso, iguar da minha época. Nóis pediu a marvada, eu e Marieta ia comemorá a vinda pra cidade, afinar, ela sempre quis avista os prédio grande. Só que o serventi tinha só da 51, nóis queria da terrinha. No fim tomamo quarqué coisa memo.
Marieta se apressionava com as pessoa. Todo mundo muito dos diferente. Essas coisa era novo pra nóis. Mas a Marieta cismo que queria ser daquele jeito. E num que ela foi pedi prum rapaz ajudá. “tudo bem sinhô, nóis num somo daqui, mas nóis queria vortá diferente pra chacra, você pode deixa nóis assim que nem o sinhô?”. O rapazinho estranho muito do educado disse que ia ajudá.
Na manhã no outro dia levou nóis pruma loja de disco de vitrola, e nos ajudo a compra umas coisa pra gente escutá. Um tar de vervet dergraund, Deividi Boa, e umas coisa nova que ele disse, Istroques, Reidiorred. Ele disse que a úrtima tinha virado as gravadora de ponta cabeça, num intendi muito bem, mas se ele é conhecido, num questionei.
Depois levou nóis numa tar de galeria do rock, e lá tinha muita genti estranha junta memô, todu mundo era dos metar, a Marieta gostá né, i eu gosto di agradá. Gastamo nossas economia das prantação com umas camiseta das banda dos disco. E fomo nos cabeleleiro. Os cara mal corto meus cabelo, ele passo uns trécos, deu umas parada e bagunço tudo, já na marieta ele corto a frente nas artura dos zóio e a parte dos lado e de trás nas artura dos ombro.
Nóis ficou diferente também, e até que gostamo desse estilo. A Marieta disse que nóis tava féchiom. Quando vortamo pra chacra, nosso cumpadre e cumadres estranho, mas nóis ensino eles. Fizemos varias coisa legar, tipo ouvio as moda, bebemos e até fumamo um cigarrinho de paia que o rapáiz deu pra nóis. Num sei bem como foi essa experiência na cidade, mas nóis vortamos gostando mais um do outro. A Marieta gosto das diferença. Acho porque se o mesmo sempre, num é bom. Né? Vô coloca a moda do Deividi Boa na vitrola e ficá, tipo assim: di boa.