pós moderno

Novembro 29, 2009

Desabafo ornamental, cheio de tendências contemporâneas, poesias desconstruídas e distraídas por tensões destruídas por paixões mau construídas e sonhos constituídos por razões  promovidos pelo destino. Era uma vez um menino, arcaicamente apaixonante, sentimental e inconstante que virtualmente, se entregou pra essa gente moderna e inquietante, no qual uma garota, com apenas uma gota de orvalho da rosa mais bela, produziu um antídoto promovendo a controverso remate da tragédia grega.  E na maré que outrora me afogou, hoje me leva a beira da calçada suburbana me ensinando o amor pós moderno.


canto

Novembro 27, 2009

Contanto

que

um

tanto

me

encanta,

eu

canto

um

tanto

pra

você!


Volta!

Novembro 24, 2009

Tantos dias sem falar,
outros sem ouvir,
prometo não comer,
não ver o sol, fazer música nem pensar, dar risada pra quê? Estudo, leitura e trabalho também não.
Nada, nada mesmo até você voltar.


Poeta

Novembro 16, 2009

 

et

Nada que um poeta pensa

julga um poema por eu ser assim

de constância vexante além

de mim mesmo estimar

tudo que você está

sentindo

ou

mentindo

no qual vê julgar

de mim mesmo pensando

com obstinação de um poema

sobre  o que você está  amando

num poeta tão verdadeiro


O jogo

Novembro 15, 2009

spaceballparque

Sabe esses acontecimentos e tal? Coisa tipo assim legal que brinda a nova conjuntura pseudo comportamental, pensando, agindo e negando qualquer forma ou toda maneira de agir, pensar ou negar uma postura claramente emocional. Complexos, repletos de afetos em diletos ou não amigos, amigas ou amores. É mais ou menos isso, contrários ou a favores. É uma ida ao comum e a volta do bizarro, é um círculo vicioso, terno, moderno, contemporâneo. É um momento raro de reflexão, adoração ao belo, é uma culpa seguida de auto flagelo. No fim, tudo está no seu lugar em constante movimento, e tudo se movimenta de acordo aonde quer chegar. Somos tontos, loucos e arcaicos só porque optamos por amar, quando o objetivo do amor é apenas jogar.


Promete?

Novembro 13, 2009

berat

Promete que me enche de confete. Que me dá o que eu preciso?

Esquece tudo que esmorece e começa a perder o juízo!

Engana, seja um pouco mais leviana e alarga este sorriso.

Inventa uma vida que te acrescenta improviso.

Suporta, pois nesta vida torta só eu te valorizo.


Que vida!

Novembro 12, 2009

amelie_poulain_nuagesQue vida curta! E quem não surta, só se encurta a esperança!
Que vida estranha! Só quem apanha, crê na façanha deste sabor!
Que vida louca! Se é coisa pouca, só tua boca vale lembrança!

Que vida é essa? Eu vivo a beça! E o que interessa se não o amor?


Nós

Novembro 11, 2009

cash

 

Quem somos se não somos nós mesmos? Quem queremos ser se não queremos ser nós mesmos? Quem podemos ser se não podemos ser nós mesmos? Se não formos nós mesmos só poderemos ser o que não queremos ser, se podermos ser quem não queremos ser, então melhor sermos nós mesmos!


Capitais

Novembro 11, 2009

da_janela

Velas iluminam São Paulo, livros estão abertos e pactos de sangue se constroem. Somos surpreendidos por linguagens, por gestos. Tem luz em São Paulo, têm mentes vazias, sacolas cheias, comércio vinte quatro horas, cigarros, cervejas, partos e mortes. Enxergo o sul da minha janela, São Paulo apaga, outra cidade acende.


Alento

Novembro 11, 2009

viva la revolucion

Estou drogado de inteligência e formosura, consumo diário, sânie perturbante. Palavras em túneis coloridos, olhares psicodélicos, fotos no teto, ondas eletromagnéticas, vídeos virtuais. Recortes de jornais, colagens na parede. Odetas, Cashs, Dylans. Não me internem, este  vício é meu alento.