Desabafo ornamental, cheio de tendências contemporâneas, poesias desconstruídas e distraídas por tensões destruídas por paixões mau construídas e sonhos constituídos por razões promovidos pelo destino. Era uma vez um menino, arcaicamente apaixonante, sentimental e inconstante que virtualmente, se entregou pra essa gente moderna e inquietante, no qual uma garota, com apenas uma gota de orvalho da rosa mais bela, produziu um antídoto promovendo a controverso remate da tragédia grega. E na maré que outrora me afogou, hoje me leva a beira da calçada suburbana me ensinando o amor pós moderno.
Volta!
Novembro 24, 2009Poeta
Novembro 16, 2009

Nada que um poeta pensa
julga um poema por eu ser assim
de constância vexante além
de mim mesmo estimar
tudo que você está
sentindo
ou
mentindo
no qual vê julgar
de mim mesmo pensando
com obstinação de um poema
sobre o que você está amando
num poeta tão verdadeiro
O jogo
Novembro 15, 2009![]()

Sabe esses acontecimentos e tal? Coisa tipo assim legal que brinda a nova conjuntura pseudo comportamental, pensando, agindo e negando qualquer forma ou toda maneira de agir, pensar ou negar uma postura claramente emocional. Complexos, repletos de afetos em diletos ou não amigos, amigas ou amores. É mais ou menos isso, contrários ou a favores. É uma ida ao comum e a volta do bizarro, é um círculo vicioso, terno, moderno, contemporâneo. É um momento raro de reflexão, adoração ao belo, é uma culpa seguida de auto flagelo. No fim, tudo está no seu lugar em constante movimento, e tudo se movimenta de acordo aonde quer chegar. Somos tontos, loucos e arcaicos só porque optamos por amar, quando o objetivo do amor é apenas jogar.
Promete?
Novembro 13, 2009
Promete que me enche de confete. Que me dá o que eu preciso?
Esquece tudo que esmorece e começa a perder o juízo!
Engana, seja um pouco mais leviana e alarga este sorriso.
Inventa uma vida que te acrescenta improviso.
Suporta, pois nesta vida torta só eu te valorizo.
Que vida!
Novembro 12, 2009
Que vida curta! E quem não surta, só se encurta a esperança!
Que vida estranha! Só quem apanha, crê na façanha deste sabor!
Que vida louca! Se é coisa pouca, só tua boca vale lembrança!
Que vida é essa? Eu vivo a beça! E o que interessa se não o amor?
Nós
Novembro 11, 2009
Quem somos se não somos nós mesmos? Quem queremos ser se não queremos ser nós mesmos? Quem podemos ser se não podemos ser nós mesmos? Se não formos nós mesmos só poderemos ser o que não queremos ser, se podermos ser quem não queremos ser, então melhor sermos nós mesmos!
Capitais
Novembro 11, 2009
Velas iluminam São Paulo, livros estão abertos e pactos de sangue se constroem. Somos surpreendidos por linguagens, por gestos. Tem luz em São Paulo, têm mentes vazias, sacolas cheias, comércio vinte quatro horas, cigarros, cervejas, partos e mortes. Enxergo o sul da minha janela, São Paulo apaga, outra cidade acende.
Alento
Novembro 11, 2009
Estou drogado de inteligência e formosura, consumo diário, sânie perturbante. Palavras em túneis coloridos, olhares psicodélicos, fotos no teto, ondas eletromagnéticas, vídeos virtuais. Recortes de jornais, colagens na parede. Odetas, Cashs, Dylans. Não me internem, este vício é meu alento.

Escrito por Eder Bruno Teodoro 
Escrito por Eder Bruno Teodoro 
Escrito por Eder Bruno Teodoro